Interfaces
Mediação Familiar – um desafio
para a psicologia
Por Ana Carolina Wolff Mota (psicóloga, professora
da FPJ)
e Carola Cristofolini (jornalista, acadêmica de Psicologia
na FPJ)
| A Mediação Familiar é
definida como uma forma de resolução de
conflitos. Os interessados, conflitantes entre si, solicitam
ou aceitam a intervenção |

Espaço onde acontecem as reuniões
do projeto Mediação Familiar
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confidencial de uma terceira pessoa. No Tribunal
de Justiça de Santa Catarina esta prática
vem sendo exercida por psicólogos. Tais profissionais,
cuja formação é pautada na imparcialidade
e qualificação, atuam mediando a relação
dos interessados, de modo a permitir a estes que tomem
decisões por si mesmos e encontrem uma solução
duradoura e aceitável para ambas as partes, o
que contribuirá para a reorganização
da vida pessoal e familiar destes.
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| Esta é uma prática interdisciplinar,
em que a Psicologia atua na interface com outras áreas
do conhecimento, como a ciência do Direito ou Assistência
Social. |
É tema que vem sendo alvo de muito interesse
na comunidade psi. Em razão disso, propomo-nos
a apresentar neste cenário o panorama joinvillense
acerca desta prática, emergente na Psicologia,
sob o prisma da própria Psicologia.
Andrea Fabeni Tostes é psicóloga atuante
neste projeto e apresentou sua prática ao Boletim
Eletrônico ENCONTROS. Leia
a entrevista na íntegra!
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