Contextualização
da Faculdade e do Curso de Direito
1.1 Histórico e Localização
Em 1848, com a queda do Rei Phellipe III, foram impostas severas
dificuldades financeiras à família real, sendo
que, naquele momento, aproveitando a intensa corrente migratória
estabelecida entre a Europa e as Américas e a Austrália,
o Príncipe de Joinville cedeu 8 léguas quadradas
de sua área para firmar contrato de colonização
coma Companhia Colonizadora de Hamburgo.
Em 9 de março de 1851, com a chegada da barca “Colon”
trazendo os primeiros imigrantes alemães, suíços
e noruegueses, efetivou-se a fundação da inicialmente
denominada Colônia Dona Francisca, em homenagem à
Princesa Francisca Carolina, e posteriormente Joinville, em
homenagem ao Príncipe de Joinville.
Ao longo do tempo Joinville altera seu modelo econômico,
passando da atividade agrícola para comercial e manufatureira,
dando início à sua vocação industrial
e toda uma trajetória de desenvolvimento, culminando
por abrigar vasto parque industrial, com diversas empresas
líderes em seus segmentos de atuação.
Atualmente, Joinville vem alterando mais uma vez sua matriz
econômica, tradicionalmente apoiada na industrialização,
por uma complementação através do apoio
ao desenvolvimento de atividades de comércio e serviços.
Localizada na região Sul da microrregião Nordeste
do Estado de Santa Catarina, é a maior cidade catarinense,
caracterizando-se como terceiro maior pólo industrial
do Sul do Brasil, em uma região que produz 13,6% (valor
adicionado fiscal) do PIB global do Estado. Situa-se em ponto
estratégico de acesso ao Mercosul.
Situada a 28º18’05’’ Latitude Sul,
48º50’38’’ Longitude WGR, com uma altitude
de 4,5m, cujo ponto culminante é o Pico da Serra Queimada,
com 1.325m.
1.2 Região de Abrangência
A microrregião abrange os municípios especificados
a seguir:
Nº
de Ordem |
Municípios |
Área |
População |
1 |
Araquari |
402,6 |
23.547 |
2 |
Balneário Barra do Sul |
110,6 |
6.039 |
3 |
Barra Velha |
142,4 |
15.528 |
4 |
Campo Alegre |
502,0 |
11.549 |
5 |
Corupá |
407,9 |
11.835 |
6 |
Garuva |
499,7 |
11.365 |
7 |
Guaramirim |
243,2 |
23.787 |
8 |
Itaiópolis |
1.242,6 |
19.078 |
9 |
Itapoá |
256,1 |
8.830 |
10 |
Jaraguá do Sul |
540,0 |
108.377 |
11 |
Joinville |
1.135,05 |
436.585 |
12 |
Mafra |
1.788,1 |
50.039 |
13 |
Massaranduba |
394,5 |
12.545 |
14 |
Monte Castelo |
566,2 |
8.349 |
15 |
Papanduva |
777,3 |
16.818 |
16 |
Rio Negrinho |
589,2 |
37.691 |
17 |
São Bento do Sul |
487,7 |
65.388 |
18 |
São Francisco do Sul |
541,8 |
32.261 |
19 |
São João do Itaperiú |
151,4 |
3.161 |
20 |
Schroeder |
149,4 |
10.813 |
Total |
10.927,75 |
913.585 |
*Fonte: Fundação Instituto
de Pesquisa e Planejamento Urbano de Joinville – IPPUJ.
1.3 Acessos a Joinville
Joinville é ligada a outros pontos do Estado de Santa
Catarina e do Brasil através das seguintes rodovias:
BR – 101: tangencia a Oeste a área
urbana da sede municipal, direcionando-se a Norte para Curitiba
e São Paulo e ao Sul a Itajaí, Florianópolis
e Porto Alegre, atualmente em fase final de duplicação;
SC – 301 (Norte): tendo como origem
a Norte o trevo de acesso ao Distrito de Pirabeiraba, junto
à BR – 101, faz a ligação entre
Joinville e o Planalto Norte Catarinense através dos
municípios de Campo Alegre, São Bento do Sul,
Mafra e Rio Negrinho;
SC – 301 (Sul): tendo origem nos limites
ao Sul da área urbana do município, estende-se
até o entroncamento da BR – 280, ligando Joinville
aos municípios de Araquari, Barra do Sul e São
Francisco do Sul.
Possui também a possibilidade do acesso aéreo,
por meio do Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola. Um aeroporto
recentemente construído com instalações
modernas e com um número de vôos satisfatório
para as principais cidades brasileiras.
+ AEROPORTO DE JOINVILLE – Lauro Carneiro
de Loyola (JOINVILLE/SC)
Denominação tradicional: AEROPORTO DE JOINVILLE
Endereço: Av. Santos Dumont, s/n.º - Cubatão-
Joinville/SC CEP: 89.224-470
Telefone: (47) 3467-1000 - Fax: (47) 3467-1259
1.4 Distâncias de Joinville:
Principais
cidades |
Rodoviária
km |
Aérea
(horas) |
Araquari |
20 |
- |
Blumenau |
105 |
- |
Balneário Camboriú |
105 |
- |
Campo Alegre |
45 |
- |
Chapecó |
600 |
35 min |
Criciúma |
382 |
- |
Florianópolis |
180 |
25 min |
Garuva |
40 |
- |
Guaramirim |
48 |
- |
Itajaí |
92 |
15 min |
Jaraguá do Sul |
56 |
- |
Lages |
337 |
- |
São Bento do Sul |
88 |
- |
São Francisco do Sul |
45 |
- |
São José |
175 |
- |
Schroeder |
32 |
- |
Tubarão |
308 |
- |
Brasília – DF |
1.498 |
2h 25min |
Curitiba |
130 |
25min |
Porto Alegre |
581 |
50min |
Rio de Janeiro |
982 |
1h 40min |
São Paulo |
538 |
50min |
*Fonte: Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento
Urbano de Joinville – IPPUJ.
1.5 Mercado de Trabalho
A formação do bacharel em Direito admite uma
variedade muito grande de possibilidades de inserções
no mercado de trabalho.
Quando da implantação dos cursos jurídicos
no Brasil a principal formação dada nas instituições
era no sentido de prover o País de advogados e de uma
elite dirigente, hoje, entretanto, pode-se observar quão
inúmeras são estas possibilidades em razão
das profundas transformações sócio-econômicas
realizadas.
Seja nas grandes áreas urbanas, seja nas regiões
interioranas a necessidade de profissionais habilitados e
com sólidos conhecimentos jurídicos é
notória. Um mundo que passa por tão profundas
transformações e conflitos reclama por este
tipo de profissional que munido das habilidades e competências
desenvolvidas ao longo do curso, torna-se vital para o contínuo
processo de desenvolvimento.
Para ingressar em algumas áreas específicas
o novo profissional precisa ultrapassar a fase do Exame da
Ordem dos Advogados do Brasil ou ainda, o concurso público
de provas e títulos, ambos, cada vez mais difíceis
de serem vencidos para que possa ingressar na advocacia ou
vir a exercer funções de cargos públicos,
respectivamente.
Em tempo, cabe salientar a presença cada vez maior
de alunos que procuram o curso para um melhor desempenho de
atribuições em empresas privadas, para o conhecimento
próprio, enquanto profissionais autônomos ou
liberais, ou também como empresários dos mais
variados setores.
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